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Amadeus revela expectativa dos gestores financeiros quanto à melhor qualidade dos serviços e redução de custos nas viagens

CFOs dizem que ecnologias para melhorar a produtividade dos funcionários em trânsito e garantir a excelência dos serviços deveriam ser as prioridades

A Amadeus divulga no Brasil o seu mais recente estudo global -  “Muito além do controle de custos: a agenda de viagens do Diretor Financeiro”, realizado em parceria com o instituto CFO Europe Research – uma divisão da CFO Publishing, do grupo The Economist.

Baixe aqui sua cópia do estudo "Cost control: the CFO's agenda for corporate travel"

A pesquisa – feita em julho de 2008 com 120 altos executivos financeiros na Europa (50%), Estados Unidos (25%), Ásia e Pacífico (25%), em diferentes segmentos de mercado, além de contar com entrevistas em profundidade com profissionais de empresas como Affinity, McCann e Swiss Re, entre outras – mostra que menos de 40% desses CFOs estão satisfeitos com os níveis de economia proporcionados pelas políticas de viagens corporativas em suas empresas, e que a área de gestão de viagens não desempenha todo seu potencial, pois enquanto o CFO enxerga a mesma através de uma lente de controle de gastos, na prática não é isto que acontece.

Os executivos responsáveis pelo setor financeiro das empresas acreditam que os gestores de viagens precisam equilibrar melhor qualidade de serviços e gastos, negociando melhor os custos dos fornecedores e enxergando melhor a relação desse centro de custos com os demais orçamentos da empresa. Além disso, acreditam que os gestores de viagens poderiam focar mais em tecnologias capazes de garantir a produtividade dos funcionários em trânsito e sistemas de TI integrados.
 
A busca por estas soluções é particularmente pertinente em momentos de instabilidade econômica, como vemos hoje, no qual empresas estão se esforçando ao máximo para reduzir custos sem perder o compromisso com a qualidade. Alguns números importantes da pesquisa revelam que:

• Cerca de 2/3 dos CFOs entrevistados enxergam as ferramentas de self-booking (63%) e de geração automática de relatórios de despesas (66%) como de médio e alto potencial de economia;

• CFOs esperam que os gestores de viagens priorizem a produtividade dos executivos em todas as etapas da viagem: antes – com planejamento e reservas, durante e depois, no seu retorno – com relatório de despesas – para que os custos indiretos sejam minimizados.

• 71% dos CFOs acreditam que é muito importante integrar tecnologia de viagens com sistemas de gerenciamento de gastos – no entanto, somente 18% de suas empresas têm esses sistemas realmente integrados. Além disso, esses executivos consideram salutar a integração com o ERP e RH, mas mais uma vez isso não acontece na maioria das companhias.

• Três em quatro CFOs acham que os gestores de viagens deveriam priorizar um melhor relacionamento com os provedores, sendo que a pesquisa mostrou alta insatisfação em relação a este ponto. Uma visão unificada das políticas de viagem através de toda a organização permitiria uma maior influência sobre esses fornecedores e ajudaria os departamentos financeiros a obter:

1. Melhor aconselhamento, baseado em dados, para o aperfeiçoamento da rentabilidade
2. Melhor controle de gastos por meio do rastreamento das despesas de viagens por projeto ou por executivo
3. Habilidade de gerar melhores orçamentos e previsões de gastos

• O relatório também aponta que mais de 50% dos CFOs ainda não estão convencidos sobre os benefícios das “viagens verdes”.

“Nosso objetivo com esse estudo é desvendar como os departamentos de finanças e de gestão de viagens podem trabalhar juntos de maneira mais eficiente e qual o papel que a tecnologia pode representar nessa união de forças”, afirma Frank Palapies, responsável pelas Operações Comerciais Globais da Amadeus. “Ficou clara a discrepância existente entre a manutenção dos níveis de qualidade dos serviços e o controle de gastos e é, justamente aí, que a tecnologia trabalha a favor, proporcionando ferramentas que aumentam a transparência, eficiência e gestão dos programas de viagens”, completa.

Apenas 27% dos entrevistados consideraram o relacionamento com os departamentos de viagens efetivo, mesmo que caiba aos CFOs a decisão final acerca dos orçamentos e investimentos nesse setor. Ao mesmo tempo em que pretendia mostrar o cenário dentro das corporações, o relatório da Amadeus pode ser utilizado como um guia para os profissionais de viagens adequarem seus discursos e esforços para apresentarem projetos inteligentes e business cases que casem perfeitamente custo e padrão de qualidade.